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Dois candidatos ao 5.º canal

Afinal, a Zon Multimédia não concorre sozinha à licença para o quinto canal de televisão. Um grupo de jornalistas, encabeçado por Carlos Pinto Coelho e David Borges, entra na corrida por "uma questão de cidadania".

A proposta destes últimos é mais ambiciosa do que a da distribuidora de televisão por cabo: prevê a produção própria de conteúdos, noticiário e entretenimento, envolvendo 300 profissionais. "A informação é a nossa menina de ouro ", anunciou Carlos Pinto Coelho. E o seu capital, garantiu, será "totalmente português".

As duas candidaturas deram ontem entrada na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), que esta manhã abre as propostas. Enquanto que a da Zon era aguardada, a dos jornalistas apanhou todos de surpresa. "Haver mais do que uma candidatura mostra que a licença tem valor", disse o porta-voz da Zon.

O antigo apresentador do programa "Acontece", da RTP2, explicou que este grupo, constituído também por Ana Paula Rangel (filha de Emídio Rangel), João Salvado e Augusto Boucinha, realizador e jornalista do núcleo de amigos de Emídio Rangel, tal como David Borges, ex-apresentador de "Os Donos das Bola", formou uma empresa de propósito, denominada Telecinco SA, "por uma questão de cidadania". "Esta é a derradeira possibilidade que Portugal tem de fazer um canal por via hertziana".

 

Por isso, o projecto é "caro". "Vamos ter instalações próprias, construir estúdios e equipá-los com meios para satélite e digitais de última geração", adiantou, sublinhando que a aposta será a informação e que a ideia é formar jovens jornalistas. A produção nacional será feita internamente. "Não gostamos de 'outsourcing'. Abrimos um restaurante de comidinha caseira", disse Pinto Coelho.

Questionado sobre o financiamento, o porta-voz da Telecinco SA, negou categoricamente a existência de capitais angolanos ou espanhóis no projecto: "O capital é integralmente constituído por portugueses". E remete o anúncio para a altura em que se souber qual das propostas vence o concurso. "Parte do plano financeiro ficará reservado até ao dia em que se souber quem ganhou a licença. Não vamos expor essas empresas antes do tempo", sublinhou, adiantando que a ERC não obriga a revelá-lo antes. Para já, tiveram que entregar 70 mil euros a acompanhar o dossiê, Dinheiro que saiu do bolso dos sócios.

João Salvado limitou-se a dizer que há vários grupos económicos interessados em participar no projecto. Em jeito de brincadeira, contou: "Se cada pessoa que já me ligou hoje a felicitar-me, contribuísse com um euro, já teríamos muito dinheiro". Disse ainda: "Espero que a ERC o analise no âmbito do impacto social que terá".

Também foi negada qualquer afinidade com o projecto que Emídio Rangel terá preparado inicialmente, na qualidade de consultor para a Zon Multimédia. O ex-director da SIC e da RTP demarcou-se, entretanto, do modelo incomparavelmente mais modesto apresentado pela operadora. "O Rangel não está connosco. Mas, se nos telefonar, será bem vindo no primeiro minuto", rematou Pinto Coelho.

No que diz respeito à proposta da Zon, tal como o JN noticiou, esta foi condicionada pela conjuntura económica. O recurso a serviços externos - "outsourcing" - está previsto e ao que o JN conseguiu apurar, no caso da Informação, a operadora inspirou-se no modelo em vigor no britânico Channel 5. O projecto da Zon está mais "preocupado com a rentabilidade do que com as audiências".


Jaime Vishal, actor de ‘Equador’, suicidou-se 

O artista foi encontrado sem vida em casa dos pais 

Aos 29 anos, Jaime Vishal foi encontrado já morto em cada dos pais, com quem morava, na passada terça-feira, dia 20 de Janeiro. Segundo a autópsia, o actor morreu de paragem cardíaca que, ao que tudo indica, foi provocada pela ingestão de uma grande dose de medicamentos. Jaime Vishal começou a carreira profissional na televisão em 1998 na série da SIC Médico de Família, tendo sido também protagonista da série Os Jika da Lapa. No seu mais recente trabalho, o actor dava vida ao escravo Tobias da série da TVI Equador, mas desenvolveu também a sua profissão nos palcos de teatro, bem como na sétima arte.

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