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SIC Esperança prestes a completar 10 anos

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A caminho do seu 10.º aniversário, a SIC Esperança lança mais uma edição do seu prémio SIC Esperança Rock in Rio – Escola Solar para acumular às 32.000 pessoas já ajudadas. Em apenas nove anos de existência, com a SIC Esperança já foram angariados 3.781.027,76 euros e ajudadas mais de 32.000 pessoas.

2012 tem sido dedicado à temática do Envelhecimento Ativo e Solidariedade Intergeracional, no entanto, a SIC Esperança não está indiferente aos tempos difíceis que se vivem em Portugal, e procurou implementar projetos que contribuam para minimizar os efeitos da crise, independentemente do seu tema central. Nesse contexto, foram desenvolvidos inúmeros projetos, onde se destacam: o projeto «Natal É Quando Quisermos» que visa alertar para as necessidades sociais reais do nosso país e estimular a sociedade civil a ser mais interventiva, desenvolvendo onze iniciativas, com início no dia 25 de cada mês, de janeiro a novembro, abordando diferentes problemáticas tendo por base a temática anual; o projeto «Bolsas Musicais» desenvolvido em parceria com o Rock in Rio, EPIS e Ministério da Educação e ciência, visa o apoio a projetos na área da música para a inclusão social em 16 escolas por todo o país, durante dois anos; a 2.ª Edição do Projeto «Bebida Solidária» desenvolvido em parceria com a Vitalis e apadrinhada pela Inês Castel-Branco, onde este projeto beneficiou 500 crianças e jovens do 1.º e 2.º ciclo, com bolsas para a aquisição de material escolar em 35 instituições parceiras e a nível nacional; e o Projeto «Comunidades» desenvolvido em parceria com o Chapitô que consiste na realização de ateliers de formação artística, dados por alunos do Chapitô, a idosos apoiados por dez IPSS.

O dia de aniversário é também o dia de lançamento da 3.ª edição do Prémio SIC Esperança Rock in Rio – Escola Solar. Este prémio visa financiar projetos de instituições de solidariedade que têm como objetivo a melhoria da qualidade de vida, em particular de pessoas socialmente desfavorecidas, integrados no conceito da temática anual da SIC Esperança. A verba do financiamento é gerada através da venda de eletricidade produzida por painéis solares instalados pelo país, aquando a edição de 2008 do Rock in Rio Lisboa e do concurso Escola Solar.

Para 2012 a temática é o Envelhecimento Ativo e Solidariedade Intergeracional e o valor máximo do projeto a ser implementado é de 20.000 euros. As candidaturas estão abertas de 6 de outubro a 30 de novembro e pode consultar o regulamento e ficha de participação aqui.

ESPECIAL SIC 20 ANOS: Aparecimento da SIC foi "pedrada no charco"

O aparecimento da SIC há precisamente 20 anos foi "uma pedrada no charco", decisiva na reformatação da televisão, da informação televisiva, e do serviço público de televisão em Portugal, considera um painel de especialistas ouvidos pela Lusa.

"O início da década de 90 marca uma mudança do paradigma do jornalismo em Portugal. Há 20 anos tínhamos o início do Público, da TSF, do Independente. A SIC aparece no caldo desta afirmação da comunicação social como contrapoder, sendo histórica a sua influência no jornalismo televisivo, que vai afetar primeiro a RTP, e depois a TVI", sublinha Felisbela Lopes, docente de Ciências da Comunicação na Universidade do Minho e autora do livro "20 anos de televisão privada em Portugal".

O nascimento da SIC em 06 de outubro de 1992 representou "uma gigantesca pedrada no charco", na opinião de José Azeredo Lopes, ex-presidente da Entidade para a Comunicação Social (ERC).

"Primeiro, porque pela primeira vez o espaço televisivo deixava de ser um exclusivo do serviço público; em segundo lugar, porque rapidamente se percebeu que, para construir o seu espaço próprio no mercado, a SIC iria recorrer a produtos televisivos que a RTP - então, bem mais conservadora - até aí não tinha tido vontade de utilizar; terceiro, porque ia haver concorrência, com os efeitos em cascata que essa nova realidade implicava; quarto, e não menos importante, porque se criavam finalmente condições para, por exemplo, um pluralismo informativo", sintetiza Azeredo Lopes.

A SIC vem trazer "maior pluralismo na informação", assinala também Joaquim Vieira, presidente do Observatório de Imprensa. "A RTP, responsável pelo serviço público de televisão, foi influenciada a fazer melhor, com menos meios e com meios mais ágeis. Tentou também ir atrás do gosto popular, até porque as audiências passaram a ser determinantes, pelo menos, para a RTP1", assinala o jornalista.

Ora, esta tentação por "ir atrás do gosto popular", estimulada pela vertigem das audiências, é o maior pecado que Manuel Falcão imputa à RTP. O diretor geral da agência Nova Expressão e ex-diretor de programas da RTP2 considera que, "infelizmente, a RTP, em vez do caminho da complementaridade, seguiu e incentivou o caminho da concorrência. Entrou na guerra de audiências e na contraprogramação e esse foi o princípio do fim do serviço público de televisão".

Nessa época, sublinha ainda Falcão, a RTP "inflacionou preços no futebol, promoveu a informação-espetáculo, tudo para manter audiências e tentar travar o crescimento das televisões privadas. E o mais curioso é que tudo isso foi muito bem feito e obteve resultados durante uns anos. Deixou marcas no código genético da estação e deturpou o que era o entendimento do serviço público".

José Azeredo Lopes pensa que "as coisas estão mais claras" hoje, no que diz respeito ao serviço público de televisão. Porém, receia que "este ponto de equilíbrio seja muito depressa posto em causa (mais uma vez), e pelas piores razões: o mercado publicitário vai-se comprimindo a níveis inimagináveis; a incerteza sobre o destino da RTP vai tolhendo decisões e estratégias que não sejam de curtíssimo prazo".

"E para compor o 'bouquet', não estou nada certo de que as coisas melhorem a curto ou médio prazo", diz ainda Azeredo Lopes. "Pode perfeitamente suceder que, com uma oferta muito maior do que há vinte anos, caminhemos para um universo do audiovisual menos diversificado, de menor qualidade, e com uma informação exangue pela falta de meios", vaticina o especialista.

O que a SIC está a preparar para o dia do 20º aniversário

No sentido de assinalar o seu 20º aniversário, a estação de Carnaxide está a preparar uma série de programas especiais e iniciativas para não deixar passar em branco a data. Assim, este sábado vai contar, durante o dia, com uma emissão especial Aniversário SIC, uma maratona de oito horas em directo dos estúdios do Parque Holanda. Será “um dia em que passarão na antena da SIC todas as caras da estação e em que vamos recordar, sorrir e divertirmo-nos com a nossa história. Cerca de 40 apresentadores conduzirão esta emissão festiva em que toda a tribo estará reunida”, refere-se em nota de imprensa. Para o mesmo dia está prevista uma emissão especial do programa Alta Definição, em que Daniel Oliveira vai entrevistar Francisco Pinto Balsemão, que falará “do nascimento da SIC e destes 20 anos de televisão privada”.

Ainda no sábado à noite, será emitido o programa 20 Anos, um programa especial que arranca às 20h e terá a duração de 3h45 em directo da LX Factory. Trata-se de uma emissão em que “vamos fazer uma viagem ao passado e mostrar o que mudou na sociedade portuguesa. Da economia à moda, da ciência à gastronomia. Vamos recordar grandes acontecimentos através de quem os acompanhou e viveu por dentro. Vamos relembrar e analisar grandes momentos através de quem os observou por fora. Vamos mostrar o trabalho de pessoas que se distinguiram. De José Mourinho e Ronaldo, a Joana Vasconcelos e a Ricardo Araújo Pereira. Vamos mostrar o trabalho e sublinhar o mérito de quem inovou e marcou a diferença nas diferentes áreas. Todas as situações que mostramos fazem recordar, algumas fazem pensar e – esperamos – que todas nos façam rir de nós próprios”. Este programa contará com os pivots Rodrigo Guedes de Carvalho, Clara de Sousa, Maria João Ruela, Bento Rodrigues, Pedro Mourinho e Ana Lourenço. Além disso, estreará o programa Momentos de Mudança, “uma série documental de 12 episódios”, que “acompanham momentos decisivos da vida de pessoas ou de famílias e cruzam-nos com a realidade do país há vinte anos”.

Mais tarde, no próximo dia 12 de Outubro, será transmitida em directo do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, a gala de aniversário da SIC “com um conceito inovador e no qual iremos contar a nossa história numa comédia musical, sendo que no final será sorteado o Camião d’Ouro.

Ainda entre as iniciativas associadas aos 20 anos da estação de Carnaxide, foram lançados os livros “Histórias de uma Revolução: SIC 20 anos, os Bastidores da Informação”, que “reúne 44 crónicas, que o público desconhece, assinadas por Rodrigo Guedes de Carvalho, Clara de Sousa, Ricardo Costa e muitos outros jornalistas da SIC” e “Livro de Ouro”, “o livro oficial que conta a história, em texto e muitas imagens, do primeiro canal de televisão privada em Portugal”. Já esta semana foi lançada a campanha de publicidade comemorativa dos 20 anos, assinada por Tiago Pereira de 23 anos.

TVI24 alcança melhor resultado de sempre

Canal de notícias obteve audiência superior a 1 milhão de indivíduos. TVI lidera pelo 74.º mês consecutivo

A TVI24 obteve este mês de setembro o seu melhor resultado desde que estreou em fevereiro de 2009. O canal de notícias obteve uma quota média de 1,4% no total do dia e pela primeira vez uma audiência superior a 1 milhão de indivíduos.
Em comunicado, a estação destaca a estreia da versão televisão do «Governo sombra», que resulta de uma parceria com a TSF. Os dois programas de estreia registaram uma audiência média de 74 mil indivíduos e um share de 3,6%.
A empresa assinala ainda a transmissão integral na TVI24 das conferências «Presente no Futuro», organizado pela fundação Manuel dos Santos, numa iniciativa inédita no país.
A TVI continua a ser o canal preferido dos portugueses, há 74 meses a liderar. De acordo com a Marktest/Kantar Media a estação regista em setembro uma quota líder de 26,2%, mais 3,4% do que agosto. Em segundo lugar está a SIC, com menos 4,9% pontos percentuais (21,3% de quota) e na terceira posição a RTP1 com 18%.

TVI Direct bate RTP 2

O TVI Direct, que emite 24 horas por dia a terceira edição de ‘Casa dos Segredos’, está a ser um sucesso de audiências.

De acordo com fonte oficial da PT, dona do Meo, que emite esta estação em exclusivo, o canal é o quarto mais visto pelos clientes do serviço de televisão, só sendo ultrapassado pelos generalistas TVI, SIC e RTP 1. A mesma fonte adianta que o canal ‘Secret Story’ registou, na primeira semana, um share de audiência próximo dos 8,5%, cerca do dobro do da RTP 2. O mesmo sucede no Meo Go, serviço que permite ver os canais do Meo através de PC e telemóvel. Também aqui o ‘Secret Story’ só é batido por TVI, SIC e RTP 1.

De recordar que só têm acesso a este canal, disponível na posição 10, os subscritores do Meo. A 30 de Junho, a operadora contava com 1,157 milhões de clientes.

A aplicação interactiva criada especificamente para este canal também tem sido um sucesso, tendo obtido na primeira semana mais de 1,3 milhões de visitas, com 300 mil visitantes únicos, e um milhão de visualizações de vídeos.

"É extraordinária a percentagem de pessoas que usa a aplicação interactiva. Quase a totalidade dos clientes que vêem o canal usa esta aplicação", diz a mesma fonte ao CM, explicando que através do botão vermelho é possível aceder a conteúdos extras da ‘Casa dos Segredos’, como acesso a outras câmaras na casa e vídeos dos concorrentes. "Este projecto mostra, com os resultados que está a ter, que a interactividade é já uma experiência massificada", conclui.

TVI Internacional também já disponível na Eltrona

Mais uma platafroma de distribuição de conteúdos no Luxemburgo

Desde o dia 1 de outubro, a TVI Internacional está presente em mais uma plataforma de distribuição de conteúdos no Luxemburgo, a Eltrona.
Presente na oferta básica dos canais da distribuidora, a TVI Internacional conquista agora um novo espaço num mercado onde a comunidade lusófona tem forte expressão, e onde o canal estava já disponível desde 2011.
«Com uma grelha de programação fortemente alicerçada em conteúdos transmitidos em direto e simultâneo com a TVI e TVI24 (como é o caso da informação, dos formatos de entretenimento e talk shows) e na ficção nacional, produzida pela Plural, a TVI Internacional coloca à disposição de milhares de espetadores conteúdos líderes, de qualidade reconhecida, emitidos 24 horas por dia e 100% produzidos em português», refere a empresa da Media Capital em comunicado.
Para além do Luxemburgo, a TVI Internacional é distribuída em varias plataformas de cabo e satélite em Angola, Moçambique, Andorra, França e Suíça, tendo alcançado desde o seu lançamento em 2010 uma cobertura total de 375 mil lares

Morreu a jornalista Margarida Marante

Morreu a jornalista Margarida Marante, aos 53 anos, vítima de ataque cardíaco.

Mãe de três filhos, a jornalista fez parte da equipa fundadora do canal de Carnaxide. Foi casada com Henrique Granadeiro e Emídio Rangel e deu a cara a várias entrevistas políticas.

De nome completo, Maria Margarida Marante Rodrigues Anjos começou a dar nas vistas no jornalismo em 1976, quando entrou para o semanário ‘Tempo'. Foi ainda colaboradora da revista ‘Opção'.

A televisão apareceu na sua carreira em 1978, quando entrou para a RTP2, que tinha sido acabada de estrear.

Em 1976 entra para o semanário 'Tempo'. No ano seguinte colabora na revista ' Opção'

De 1983 a 1985 realiza uma especialização em Jornalismo nos EUA.

Passou ainda pela revista ‘Elle', onde foi directora, pela TSF, em 1991, e pelo ‘Expresso'.

Em 1992 integra a equipa da SIC e conduziu célebres programas de entrevista como ‘Sete à Sexta', ‘Contra-Corrente' ou ‘Crossfire', ao lado de Miguel Sousa Tavares.

Retirou-se em 2001 e regressou à TSF em 2003. Foi ainda cronista do Correio da Manhã e colaborou com o Jornal de Notícias.

Vítima de uma depressão, Margarida Marante teve no período mais recente alguns problemas pessoais. O caso mais polémico remonta a Dezembro de 2005, altura em que a jornalista acabou com a relação que teve com o ex-segurança Francisco Farinha Simões e apresentou queixa na PSP.
A jornalista revelou então ao CM ter vivido momentos dramáticos ao ser raptada e violentada por Farinha Simões.

«Portal do Tempo» vai finalmente chegar à TVI

portal do tempo «Portal do Tempo» vai finalmente chegar à TVIPortal do Tempo» é um dos produtos de ficção nacional que a TVI tem na gaveta há já algum tempo. Virada para o público infanto-juvenil, este projeto que começou a ser gravado antes do verão do ano passado, vai finalmente chegar à estação de Queluz de Baixo.

A série que conta no elenco com nomes como João Arrais, Tiago Delfino, Filipa Couceiro, Dalila Carmo, Sofia Grillo ou Marco D’ Almeida, tem estreia marcada para o próximo fim-de-semana. A promoção ainda não arrancou, mas o primeiro episódio será exibido, segundo a grelha provisória da TVI, no domingo às 10:15.

A série, de 26 episódios, mostra as aventuras de três crianças – dois irmãos e um amigo – que viajam pelo tempo através de um relógio que «Jaime», uma das crianças, recebeu de herança, após o falecimento do seu avô. As viagens no tempo vão fazer com que as personagens alterem o presente, podendo vir a pôr em causa o que poderá acontecer no futuro. A série da TVI é a adaptação da obra literária homónima escrita por Sara Rodi e Vera Sacramento.

Jorge Wemans demite-se

O jornalista Jorge Wemans pediu a demissão do cargo de director da RTP2 por discordar da nova linha de produção, tendo este sido aceite pelo conselho de administração, adiantou hoje à agência Lusa fonte oficial da RTP.

Em comunicado, o conselho de administração diz ter recebido e aceitado o pedido de demissão de Jorge Wemans e agradeceu os serviços prestados pelo jornalista no cargo que ocupava desde 2006.

“No âmbito das suas competências, o conselho de administração decidiu já solicitar parecer à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) para a nomeação de Hugo de Andrade Rodrigues, actual director da RTP1 e RTP Memória, para o exercício deste cargo em acumulação”, refere o comunicado.

Contactado pela agência Lusa, Jorge Wemans confirmou que apresentou a demissão do cargo de director da RTP2 à administração da empresa por discordar das futuras linhas de produção daquele canal enquanto serviço público de televisão.

“O que está em causa verdadeiramente é o que em termos de televisão e de serviço público, a RTP vai oferecer aos portugueses e essa é a razão do meu pedido de demissão”, disse à Lusa o jornalista Jorge Wemans.

Jorge Wemans explicou que, neste momento, “não tem razões nenhumas para crer que o serviço público que a RTP vai oferecer no futuro dê guarida ao que tem sido o essencial das linhas de produção e de emissão e programação da RTP2 nos últimos anos”.

O jornalista disse que o que está aqui em causa não é o que se pretende fazer com a RTP, mas sim com os conteúdos que vão ser oferecidos ao público e como vão ser organizados no futuro.

“Espero que os conteúdos que vão ser oferecidos ao público sejam organizados de forma a que o serviço prestado pela RTP continue a ser culturalmente relevante, capaz de dialogar com a sociedade portuguesa e importante para a formação dos jovens”, afirmou, realçando também o papel de todo o “conjunto de actores e criadores culturais que a RTP acolhia e estimulava e com quem tinha uma relação muito próxima, principalmente na área de produção de documentários”.

Jorge Wemans lembrou a agenda e o debate cultural da RTP2, a ficção estrangeira de qualidade, a produção nacional de documentários e curtas, os programas infantis e a produção nacional para os mais novos.

“Como acho que estes diversos aspectos é que tornam o serviço público de televisão culturalmente relevante, considero que neste momento os meus contributos para o futuro da RTP2 e da sua programação não estão a ser suficientemente acolhidos e, por isso, não me parece que faça sentido continuar a dirigir a RTP2”, concluiu.

Jorge Wemans foi para a RTP2 em 2006, substituindo na direcção do canal Manuel Falcão, que tinha pedido demissão devido às alterações previstas para o projecto da estação.

Diplomado pela Escola Superior de Jornalismo de Paris, Jorge Wemans foi subdirector do semanário Expresso, esteve ligado à fundação do jornal Público, no qual foi director adjunto, e foi director de Informação da agência Lusa.

20 anos da SIC em campanha

A Campanha 20 anos SIC, desenvolvida pelo espectador Tiago Pereira e trabalhada graficamente pela Bloom Graphics arranca amanhã. “Olhos que nos vêem, corações que nos sentem” é o claim da campanha, cuja representação gráfica assenta em quatro temas que representam diferentes públicos alvos e emoções, explica a estação.

A SIC, recorde-se, lançou em Março o desafio de ser um jovem criativo a desenvolver a campanha comemorativa dos 20 anos da estação. Foram recebidos mais de 60 projetos válidos e a proposta vencedora foi escolhida por unanimidade.

A campanha estará presente em múltiplos meios, on e off air.