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UMA CANÇÃO PARA TI a 29 de Março

OS CASTINGS JÁ ACABARAM e o concurso regressa a 29 de Março.

Júlia Pinheiro e Manuel Luís Goucha arrancam com o programa Uma Canção Para Ti a 29 de Março, e não a 22, como inicialmente previsto, com duração de 11 semanas. Os últimos castings decorreram sábado passado, 7 de Março, no máximo secretismo, num hotel do Parque das Nações.


O CASO DA BRITÂNICA JADE GOODY: Uma Morte Anunciada

A inglesa vendeu, a uma cadeia televisiva, os direitos de transmissão dos seus últimos dias de vida. Jade Goody está a agitar consciências por todo o mundo. Conheça a opinião de 5 estrelas portuguesas sobre este assunto.

Um milhão e meio de euros é quanto valem as imagens do fim de uma vida. Esta é a conclusão mais chocante do caso Jade Goody, a inglesa que negociou a transmissão dos seus últimos dias com a cadeia televisiva, Living TV. Conheça a opinião de cinco estrelas da televisão portuguesa sobre este assunto.

JÚLIA PINHEIRO:

"A morte para nós, é um assunto sagrado, que se funde com questões divinas e religiosas e que nunca poderá ser abordada num contexto de entretenimento...a transmissão destas imagens poderá ser desconfortável..." mas, "a realidade britânica é muito diferente da nossa. À parte disso, não fasso juízos de valor... No entanto, não estou com os fundamentalistas que repudiam a situação."

Júlia acha que pode haver vantagens num formato assim e justifica:

"Pode trazer um assunto doloroso para a ordem do dia. Quem não sabe muito sobre a doença, fica mais informado, e quem já viveu uma situação assim, vai indentificar-se com ela..", mas "como mãe faz-me muita confusão esta decisão..., ela quer o dinheiro para dar algum conforto aos filhos, mas a mim parce-me que eles vão pagar um preço elevadissimo pela herança", pois os filhos "vão vê-la caminhar para a morte sem privacidade".

TERESA GUILHERME

"Em primeiro lugar, é necessário perceber porque razão ela vendeu esses momentos. Vendeu, porque uma cadeia televisiva quis comprar. E se comprou, é porque sabem que as pessoas querem ver", a ex-apresentadora do reality show Big Brother diz que isto "é curiosidade mórbida" e que "a única maneira de isto poder ser uma coisa bem feita era ter uma edição documental". Teresa Guilherme diz que recusava apresentar um programa destes.

ZÉ MARIA

"Este caso é chocante! Acho muito difícil encontrar-se alguém com coragem para vender momentos tão delicados e só posso compreender minimamente a situação se for para não deixar os filhos desamparados... Eu não seria capaz de o fazer e também não ficaria em frente a uma televisãoa ver esse tipo de espectáculo mórbido".

MARTA CARDOSO

"Não consigo pôr-me no lugar dela, porque deve ser horroroso saber que se vai morrer em breve e que se deixa dois filhos, Porém, sabendo que há sete anos que ela vende a sua vida, parece-me bem que tire dividendos da morte. Quanto aos filhos, eles vão perde-la na mesma, com ou sem câmaras a registar. Os miúdos vão sofrer na mesma; por isso, parece-me bem que, pelo menos, fiquem com uma vida mais fácil".

GISELA SERRANO


A 'Mulher-Furacão", nome porque ficou conhecida no reality show em que participu, Masterplan, diz que Jade é, acima de tudo, "um exemplo de coragem". Gi defende:
"Ela fez muito bem. Se houve interesse e oportunidade de fazer esse negócio, acho que só tinha de aproveitar. Os filhinhos ainda podem receber qualquer coisa... Essa Jade é uma mulher muito forte. No entanto, eu não sei se aguentava ver as imagens".

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