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SIC avança para despedimentos

A Impresa, dona da SIC, vai mesmo avançar com a rescisão de contrato de 18 colaboradores, e não garante que a situação não se repita. "Estamos em fase de negociações. Com a saída dos 18, a empresa fecha o orçamento de 2013", avança ao CM Luís Marques, director-geral da SIC.

 

Os despedimentos têm dois principais objectivos: "reestruturação" de algumas áreas e "diminuição de custos". Para já saem 18 pessoas, mas certezas quanto ao futuro não há.

O presidente do conselho de administração da Impresa já disse, aliás, que neste momento "a crise manda mais do que nós". Francisco Pinto Balsemão não garantiu, por isso, que as rescisões fiquem por aqui. "Para a árvore ficar viva, é preciso cortar alguns ramos. Algumas vezes mais do que gostaríamos", lamentou.

Contudo, as negociações entre a Impresa e os 18 trabalhadores das publicações do grupo, nomeadamente do ‘Expresso', da ‘Visão' e da ‘Exame', não estão fáceis. "Eles estão a dar 1,16 de indemnização e não parece haver receptividade para subir um pouco essa percentagem", diz uma fonte ao CM. Os colaboradores queixam-se ainda de ameaças: "Quem não quer aceitar as condições impostas é ameaçado de que pode haver despedimento colectivo ou extinção de posto de trabalho."

Além dos 18 agora referidos, a Impresa abriu, em Outubro, um processo de rescisões amigáveis envolvendo 50 colaboradores. Uma situação que se alarga a outros meios de comunicação.

Também o jornal ‘Público' está em fase de rescisões amigáveis. O diário do grupo Sonae está a dar, a quem aceitar rescindir até ao dia 31 de Dezembro, condições idênticas às que deu aos trabalhadores alvo de despedimento colectivo, e mais um ano de seguro de saúde e pagamento de horas.