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Repórteres da RTP atacados durante manifestação em Luanda

Um incidente que envolveu um manifestante, a equipa da RTP e a polícia angolana marcou este domingo o início da manifestação de cerca de 100 jovens contra o regime de José Eduardo dos Santos. Ao que o CM apurou, foi atirado um líquido aos repórteres da televisão pública portuguesa, acabando por danificar equipamento.

 

"Um indivíduo não identificado, que supomos ligado à segurança, foi ter com o jornalista da RTP e tentou tirar-lhe a câmara de vídeo. A polícia  tentou agarrar o indivíduo e a câmara partiu-se na confusão", disse à Lusa Massilon Chindombe, um dos organizadores da marcha de cerca de 100  jovens que pedem a libertação do grupo de manifestantes detidos a 3 de Setembro.

Outros relatos partilhados nas redes sociais dão conta de que o repórter da RTP Paulo Catarro terá sido agredido com um murro no estômago.

Já Carlos Silva, um jovem que também integra a organização, revelou outro alegado incidente entre a polícia e um jornalista da Rádio Despertar. 

Os cerca de 100 jovens que marcharam em Luanda desmobilizaram a meio da tarde, pondo fim à manifestação que decorreu sem qualquer detenção, apesar de a polícia os ter impedido de atingirem o Largo da Independência.

Um dos organizadores da marcha, Massilon Chindombe, disse à Lusa que os manifestantes "começaram a dispersar pelas 15h30".

A marcha de jovens, que pedem a libertação do grupo de manifestantes detidos a 3 de Setembro, deixou o cemitério de Santa Ana às 11h00. Cerca de dez minutos depois, foram parados pela polícia que apelou para que seguissem o itinerário determinado pelo governo da província de Luanda e se dirigissem ao Campo de Felício.

Depois do impasse, com os manifestantes a rejeitarem essa ordem e a permanecerem no local em que tinham sido parados, estes "aceitaram a sugestão das autoridades", disse Chindombe.

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