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CRIME: Renato Seabra confessou ter espancado, assassinado e mutilado Carlos Castro

Renato Seabra já foi interrogado esta manhã em Nova Iorque. E, depois de ter sido ouvido, ficou acusado de homicídio em segundo grau. O modelo confessou ter espancado, assassinado e mutilado – com um saca-rolhas – Carlos Castro, avançou o jornal New York Post. A pena de prisão que poderá ser aplicada ao português pode ir de 25 anos até prisão perpétua.

De acordo com a mesma fonte, o jovem de 21 anos admitiu ter espancado a vítima durante cerca de uma hora, na sexta-feira, num quarto do 34º piso do luxuoso hotel intercontinental, em Nova Iorque, antes de lhe ter batido com um ecrã de computador, que foi a causa imediata de morte.
Renato Seabra terá alegadamente dito às autoridades, segundo o New York Post, que já não é homossexual e que cometeu o crime "para se livrar dos demónios e do vírus", termos que estarão relacionados com o comportamento homossexual e não com qualquer doença, como sida.
Seabra terá alegadamente confrontado Carlos Castro dizendo-lhe que não é homossexual e que apenas se estava a aproveitar da sua influência e dinheiro. Os dois já tinham sido vistos a discutir várias vezes, em Nova Iorque. Renato Seabra estava hospedado com o jornalista, desde 29 de Dezembro, no Hotel Intercontinental. Mas nega que tenha tido um relacionamento com Carlos Castro.
O jovem confessou à polícia, acrescenta o New York Post, que bateu, pontapeou e socou Carlos Castro, caído no chão, durante mais de uma hora. Alegadamente, depois o jovem modelo terá batido com o pesado monitor de um computador na cabeça da vítima. Mas as agressões continuaram por mais tempo: Seabra pegou num saca-rolhas e perfurou um dos olhos do jornalista; de seguida, usou o mesmo objecto para lhe cortar os testículos. Segundo fontes consultadas pelo mesmo jornal, as mutilações terão sido prolongadas. Nessa altura, o cronista social ainda poderia estar vivo, ainda que inconsciente.
Mais tarde, o jovem modelo tomou um banho e vestiu um fato. Ainda antes de abandonar o hotel, terá cortado os pulsos, alegadamente, numa tentativa de suicídio. Foi detido no Hospital Roosevelt, para onde se terá dirigido depois, de táxi, para receber assistência médica.