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Contratações na SIC são para continuar

A estação de Carnaxide assume claramente um reforço na aposta para a ficção que, segundo o seu director-geral, Luís Marques, se quer em emissão contínua já a partir de 2011. Como tal, há que cimentar o plantel com novos craques na área da representação.

"Não podemos encerrar o ciclo de contratações. Precisamos de 30 a 40 actores para a próxima produção e temos de os ir buscar onde estiverem". As palavras pertencem a Luís Marques e foram proferidas no âmbito da assinatura do contrato de Rogério Samora que migrou de Queluz para a SIC.

Embora o seu vínculo com a TVI só expirasse em Agosto de 2011, Samora assinou por cinco anos com o canal concorrente.

E porquê? "Pelo desafio. Gostei muito da forma como a SIC me abordou, elegante e honesta, e para o que me abordou. Aprecio que me ponham à prova", afirmou o actor, adiantando que estão vários projectos em cima da mesa, para os quais está ao dispor. Um deles é já o próximo fruto nascido da parceria entre SIC e Globo.

Nuno Santos, director de Programas da estação, avançou que ao contrário do que se tem especulado, não se trata de um "remake" de uma novela brasileira, mas antes de "uma adaptação à realidade portuguesa", pelo que "os espectadores irão identificar-se".

Todavia, mantém-se no segredo dos deuses que título é este. "Estamos a decidir entre duas histórias. Em 2011 haverá novidades".

Luís Marques reiterou a ideia da ficção em contínuo na antena do canal. E a título de exemplo, comentou: "Se olharmos para 'Perfeito coração' e para 'Laços de sangue', os elencos são muito parecidos. Arrancamos com as gravações da nova novela em Março, ainda em simultâneo com a anterior", o que "exige mais actores".

A Rogério Samora, não poupou elogios. "Enche-nos de satisfação tê-lo na SIC. É uma mais-valia,  um dos actores mais talentosos da sua geração, com um 'know how' muito útil", disse. "Este contrato vem na senda da política de reforço da capacidade de atrair talento".

Saliente-se que Helena Laureano também se transferiu para Carnaxide. Custódia Gallego, Joana Santos, João Ricardo e Manuel Cavaco passaram a estar adstritos a um regime de exclusividade, seguindo-se-lhes José Fidalgo.