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CARAS DA TV: HOMENAGEM a Morais e Castro

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Morais e Castro, morreu no Sábado, dia 22, prestes a completar 70 anos. Como o Tudo-Sobre-A-TV não pode dar a triste notícia nesse dia, fás-lhe hoje uma homenagem.

A Carreira de Morais e Castro:

José Armando Tavares de Morais e Castro nasceu em Lisboa a 30 de Setembro de 1939.

Actor experimental do Grupo Cénico do Centro 25 da Mocidade Portuguesa, enquanto estudante liceal. Estreia-se profissionalmente no Teatro do Gerifalto, dirigido por António Manuel Couto Viana na peça A Ilha do Tesouro (1956). Em 1958 estreia-se na televisão em O Rei Veado de Carlo Gozzi, realizado por Artur Ramos. Ainda no Teatro do Gerifalto, integrou o elenco de variadas peças, como O Fidalgo Aprendiz de Francisco Manuel de Melo ou Os Velhos Não Devem Namorar de Afonso Castellau. Em 1960 trabalha junto de Laura Alves. Em 1961 estreia-se na encenação, dirigindo no Cénico de Direito, O Borrão de Augusto Sobral, premiado no Festival de Teatro de Lyon desse ano. Estreia-se no cinema, com Pássaros de Asas Cortadas de Artur Ramos (1962).

Integrou o Teatro Moderno de Lisboa, de 1961 a 1965, participando em O Tinteiro de Carlos Muñiz ou Humilhados e Ofendidos de Dostoievski onde obtém grande sucesso. Neste período contracenou com actores como Armando Cortez, Fernando Gusmão, Carmen Dolores ou Ruy de Carvalho. Em 1968 é co-fundador do Grupo 4 no Teatro Aberto, juntamente com Irene Cruz e João Lourenço e aí representou autores como Peter Weiss, Bertolt Brecht, Max Frisch, Peter Handke ou Boris Vian. Aí encenou também É preciso continuar de Luiz Francisco Rebello. Em 1985 em faz a comédia Pouco Barulho, com Nicolau Breyner, passsando depois pela Companhia Teatral do Chiado, onde ao lado de Mário Viegas participou em À Espera de Godot de Samuel Beckett. Em 2004 a sua interpretação em O Fazedor de Teatro de Thomas Bernard com Joaquim Benite na Companhia de Teatro de Almada valeu-lhe a Menção Honrosa da Crítica. Foi ainda presença regular em novelas e séries, durante a década de 80 e 90. Popularizou-se como professor na série As Lições do Tonecas (1996/1998).

Morais e Castro era licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa (1964), exercendo também a advocacia.

  • “Quando os Lobos Uivam”
  • “Clube das Chaves”
  • No Trilho Dourado (2005)
  • Põe Tudo em Pratos Limpos (2005)
  • “Inspector Max”
  • Morte a Cores (2004)
  • “Amanhecer” (2002-2003)
  • “O Bairro da Fonte”
  • A Costela de Zeca (2002)
  • “O Espírito da Lei”
  • Lar Doce Lar (2001)
  • “Patilhas e Ventoinha” (2001)
  • “Conde de Abranhos” (2000)
  • “Ballet Rose - Vidas Proibidas” (1998)
  • “Filhos do Vento” (1996-1997)
  • “Polícias” (1996-1997)
  • “Lições do Tonecas, As” (1997)
  • “Reformado e Mal Pago” (1997)
  • “Primeiro Amor” (1995)
  • “Desencontros” (1994-1995)
  • Combate de Negro e de Cães (1995)
  • “Verão Quente” (1993-1994)
  • “Cinzas” (1992-1993)
  • “Nico d’Obra” (1993)
  • Sonhos Cor-de-Rosa (1993)
  • “Sozinhos em Casa” (1993)
  • Lazos de sangre (1992)
  • 22. “Veneno do Sol, O” (1991)
  • “Euronico” (1990)
  • “Caixa Alta”(1989)
  • “Ricardina e Marta” (1989)
  • “Homens da Segurança, Os” (1988)
  • Três em Lua de Mel (1988)
  • “Origens” (1983-1984)
  • Antes a Sorte Que Tal Morte (1981)
  • “Comte de Monte-Cristo, Le” (1980)
  • Juan Palmieri (1975)
  • Madre Alegria (1966)
  • Pássaros de Asas Cortadas (1963)
  • Anjos Estão Connosco, Os (1963)
  • A Dama das Camélias (1962)
  • A Longa Ceia de Natal (1959)
  • Rei Veado, O (1958)

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